Mantras da Yoga

Os meus estilos musicais prediletos são o Blues, o Rock, o Jazz, o Swamp Pop, mas, como o tema deste blog é Yoga, hoje eu vou falar sobre o papel dos mantras na prática. (Caso queira se aprofundar mais nesses estilos musicais que citei acima, recomendo o site Swamp Pop, que eu acompanho e gosto muito). Mas vamos à Yoga.

Não existe Yoga sem Respiração, Meditação, Posturas e… Mantras. Os mantras são importantes, pois eles facilitam o caminho para que você respire melhor, medite melhor, faça seus Asanas melhor… Eles iniciam, acompanham e finalizam o ritual da Yoga.

A palavra sânscrita mantra significa “aquilo que protege a mente”. Ou seja, o mantra carrega o poder de transformar a nossa mente. O mantra pode ser uma reunião de frases – como numa oração – mas pode também ser apenas um som. É o caso do mantra monossilábico “Om”, um dos mais importantes da Yoga.

O mantra “Om” é o mais antigo dos mantras, considerado o mantra dos mantras. “Om” é a vibração primordial, o som do qual emana o Universo, a substância essencial que constitui todos os outros mantras. É o mantra mais poderoso de todos.

mantra02

Em geral, eu inicio a minha prática com o mantra “Om”. Sento sobre os ísquios, coluna ereta, mãos juntas em frente ao peito (como em uma oração mesmo). Entoo o mantra “Om” três vezes (bem longamente, junto com a respiração), e depois inicio a prática.

Durante a prática, eu gosto muito de ouvir alguns mantras. Um dos mais bonitos – e bastante conhecido, pois é um dos mantras mais antigos – é o mantra Gayatri. Você pode escutar este mantra (e fazer a sua prática com ele, se quiser) clicando aqui.

Para finalizar a prática, eu repito o mantra “Om” apenas uma vez e engato com o mantra da Paz: śāntiḥ śāntiḥ śāntiḥ (a pronúncia em português seria “chanti”). Sāntiḥ significa paz em sânscrito, e o mantra é exatamente este: entoar 3 vezes a palavra śāntiḥ.

Por fim, eu finalizo a prática agradecendo, me curvando e dizendo “Namastê”.

Namastê é um cumprimento e saudação típico do sul da Ásia e, em português, significa “eu saúdo a você” ou “eu me curvo a você em saudação”. É um termo utilizado sobretudo por hindus, sikhs e budistas, na Índia e no Nepal.

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